Pesquisar

sexta-feira, 13 de outubro de 2017

São João Maria Vianney: Sermão sobre a Pureza

“Bem-aventurados os puros de coração, porque eles verão a Deus” (Mat. 5, 8).


"Nós lemos no Evangelho, que Jesus Cristo, querendo ensinar ao povo que vinha em massa, aprender dEle o que era preciso fazer para ter a vida eterna, senta-se e, abrindo a boca, lhes diz: “Bem-aventurados os puros de coração, porque eles verão a Deus.” Se nós tivéssemos um grande desejo de ver a Deus, meus irmãos, só estas palavras não seriam acaso suficientes para nos fazer compreender quanto a pureza nos torna agradáveis a Ele, e quanto ele nos é necessária? Pois, segundo Jesus Cristo, sem ela, nós não o veremos jamais! “Bem-aventurados, nos diz Jesus Cristo, os puros de coração, porque eles verão o bom Deus”. Pode-se acaso esperar maior recompensa que a que Jesus Cristo liga a esta bela e amável virtude, a saber, a posse das Três Pessoas da Santíssima Trindade, por toda a eternidade?… São Paulo, que conhecia bem o preço desta virtude, escrevendo aos Coríntios, lhes diz: “Glorificai a Deus, pois vós o levais em vossos corpos; e sede fiéis em conservá-los em grande pureza. Lembrai-vos bem, meus filhos, de que vossos membros são membros de Jesus Cristo, e que vossos corações são templos do Espírito Santo. Tomai cuidado de não os manchar pelo pecado, que é o adultério, a fornicação, e tudo aquilo que pode desonrar vossos corpo e vosso coração aos olhos de Deus, que a pureza mesma”. (I Cor, 6, 15-20) Oh! Meus irmãos, como esta virtude é bela e preciosa, não somente aos olhos dos homens e dos anjos, mas aos olhos do próprio Deus. Ele faz tanto caso dela que não cessa de a louvar naqueles que são tão felizes de a conservar. Também, esta virtude inestimável constitui o mais belo adorno da Igreja, e, por conseguinte, deveria ser a mais querida dos cristãos. Nós, meus irmãos, que no Santo Batismo fomos rociados com o Sangue adorável de Jesus Cristo, a pureza mesma; neste Sangue adorável que gerou tantas virgens de um e outro sexo; nós, a quem Jesus Cristo fez participantes de sua pureza, tornando-nos seus membros, seu templo… Mas, ai! Meus irmãos, neste infeliz século de corrupção em que vivemos, não se conhece mais esta virtude, esta celeste virtude que nos torna semelhantes aos anjos!… Sim, meus irmãos, a pureza é uma virtude que nos é necessária a todos, pois que, sem ela, ninguém verá o Bom Deus. Eu queria fazer-vos conceber desta virtude uma ideia digna de Deus, e vos mostrar, 1º. quanto ela nos torna agradáveis a Seus olhos, dando um novo grau de santidade a todas as nossas ações, e 2º. o que nós devemos fazer para conservá-la".

segunda-feira, 2 de outubro de 2017

Outubro: Mês do Rosário, conheça sua História



Na antiguidade, romanos e gregos possuíam o costume de coroar suas estátuas com rosas ou outras flores, simbolizando a homenagem e reverência que a elas prestavam. Adotando para si esse costume, as mulheres cristãs que eram levadas para o martírio, vestiam suas roupas mais belas e adornavam suas frontes com coroas de rosas, mostrando o enorme contentamento que possuíam de irem ao encontro do Senhor. À noite os cristãos recolhiam as flores, e por cada rosa recitavam uma oração ou um salmo pelas mártires.

Daí nasceu o costume recomendado pela Igreja de se rezar o rosário, que consistia em recitar os 150 salmos de David, que eram considerados uma oração extremamente agradável a Deus. Entretanto, nem todos podiam seguir essa recomendação: saber ler naquela época era reservado apenas aos cultos e letrados. Para os que não podiam fazê-lo, a Igreja permitiu substituir os 150 salmos por 150 Ave-Marias. A este “rosário” se passou a chamar “o saltério da Virgem”.

Pouco antes de findar o século XII, Domingo de Gusmão afligia-se com a situação de decadência de sua época, a gravidade dos pecados e o crescimento da heresia dos cátaros. Um dia, decidiu ir rezar num bosque, e pedindo fervorosamente que Deus interviesse na situação da Cristandade, começou a flagelar-se com dureza tão grande, que acabou por cair desmaiado. Apenas tendo recobrado os sentidos, a Virgem Santíssima lhe apareceu e disse-lhe: a melhor arma para combater a heresia e conseguir a conversão dos hereges não era a flagelação, mas sim a recitação de seu saltério.

Dirigindo-se imediatamente à Catedral de Toulouse, São Domingos de Gusmão mandou tocar os sinos e reuniu o povo. Quando ia começar a falar, uma violenta tempestade se desencadeou com raios e trovões. Porém, verdadeiro susto tiveram os presentes quando viram a imagem da Mãe de Deus erguer o braço direito e ameaçá-los com olhar terrível. Nesse momento, São Domingos começou a rezar o Rosário, e com ele todo o povo reunido na catedral. À medida que rezavam a tempestade amainava, até que cessou completamente.

Noutra ocasião, São Domingos iria fazer um sermão em Notre Dame de Paris na festa de São João Batista. Preparara primorosamente sua homilia, mas antes de fazê-lo rezou fervorosamente o Rosário, e eis que a Virgem Santíssima lhe apareceu e disse: “seu sermão está bom, mas este que lhe dou está melhor!”, e deu-lhe um que tratava da devoção ao seu Santo Rosário, e o quanto ela agradava a Deus e à Virgem.

Por muito tempo a população passou a rezar com devoção o Rosário. Porém, passados uns 100 anos da morte desse grande santo, o Rosário começou a ser esquecido. Em 1349 houve uma terrível epidemia na Espanha que devastou o país, à qual deram-lhe o título de “morte negra”. Foi nessa ocasião que Nossa Senhora teve a condescendência de aparecer, juntamente com seu Divino Filho e São Domingos, ao frei Alano de la Roche, então superior dos dominicanos na mesma província onde nasceu a devoção ao Santo Rosário. Nessa aparição a Virgem Maria pedia que frei Alano fizesse reviver a devoção ao seu Saltério.

Sem demora o padre Alano, junto com os outros freis dominicanos, começou a trabalhar na difusão dessa poderosa devoção, que tanto agrada à Santíssima Virgem. Foi com ele que o Rosário tomou a forma que tem até hoje, dividido em dezenas e contemplando os mistérios da vida de Jesus e Maria. A partir de então essa devoção se estendeu por toda a Igreja

Quando se instituiu a festa do Santo Rosário?


Mar de Lepanto! Uma imensa batalha entre católicos e turcos se desenrola. O entrechoque das embarcações recorda a conflagração final, quando a abóboda celeste enrolar-se-a qual pergaminho. Era o dia 7 de outubro de 1571. Se os católicos perdessem a batalha a Cristandade seria submergida pelos turbantes de Maomé. A religião católica teria desaparecido para sempre.

A léguas de distância, em Roma, São Pio V implorava o auxílio divino, por intercessão da Mãe da Igreja. Inspirado, o santo Papa pede ao povo romano que reze o Rosário pela vitória de seus irmãos.

Em determinado momento, enquanto despachava assuntos urgentes, mas com sua atenção toda colocada no perigo que corria a Cristandade, aquele venerável ancião interrompe os trabalhos bruscamente e se dirige à janela. Os circunstantes ficam perplexos, não compreendem a atitude. Reina o silêncio por breve espaço de tempo, rompido pela afirmação ainda mais misteriosa do Pontífice: vencemos em Lepanto!

Manda reunir os fiéis e preparar a comemoração pela milagrosa vitória de Dom João D’Áustria, comandante da frota. Uma solene procissão tem lugar nas ruas da Cidade Eterna. Dias mais tarde, chegam os emissários da esquadra trazendo a notícia já antes anunciada pelos Anjos. Pouco depois estava instituída a festa de Nossa Senhora das Vitórias no dia 7 de outubro.

Um ano mais tarde, Gregório XIII mudou o nome para festa de Nossa Senhora do Rosário, e determinou que fosse celebrada no primeiro domingo de outubro (dia em que se venceu a batalha em Lepanto). Atualmente a festa é celebrada no dia 7 de outubro.

Fonte do texto no link

sábado, 30 de setembro de 2017

Palavras da gloriosa Virgem à sua filha sobre a forma de vestir

Palavras da gloriosa Virgem à sua filha, sobre a forma de vestir e o tipo de roupas e enfeites com os quais a filha deve adornar-se e vesti-se.


"Eu sou Maria, que deu à luz o Filho de Deus, verdadeiro Deus e verdadeiro homem. Sou a Rainha dos anjos. Meu Filho te ama com todo o coração. Ama-O! Deves adornar-te com roupas muito honestas e eu te mostrarei como e que tipo de roupas devem ser. Como antes, tinhas uma anágua, uma túnica, sapatos, uma capa e um broche sobre seu peito, agora hás de cobrir-te com roupas espirituais. A anágua é a contrição. Como a anágua se veste junto ao corpo, assim a contrição e a conversão são o primeiro passo de volta a Deus. Através delas, a mente, que em um momento encontrou gozo no pecado, se purifica e a carne impura se mantém sob controle.

Os dois sapatos são duas disposições, na verdade a intenção de retificar as transgressões passadas e a intenção de fazer o bem e manter-se longe do mal. Tua túnica é a esperança em Deus. Como a túnica tem duas mangas, há de haver justiça e misericórdia em tua esperança. Desta forma esperarás na misericórdia de Deus porque não esquecerás sua justiça. Pensa em sua justiça e em seu juízo, de forma que não esqueças sua misericórdia, porque Ele não usa a justiça sem misericórdia nem a misericórdia sem justiça. A capa é a fé. Do mesmo modo que a capa cobre tudo e tudo está contido nela, a natureza humana pode igualmente abarcar tudo e conseguir tudo mediante a fé.

Esta capa deve ser enfeitada com as insígnias do amor de teu Esposo, ou seja, da forma como te criou, da forma que te alimentou, te atraiu para seu Espírito e abriu teus olhos espirituais. O broche é a consideração de sua paixão. Fixa firmemente em teu peito o pensamento de como Ele foi fraudado e mortificado, como se manteve vivo na cruz, ensanguentado e perfurado em todas as suas fibras, como em sua morte seu corpo inteiro se convulsionou pela dor aguda da paixão, como entregou seu Espírito nas mãos do Pai. Que este broche permaneça sempre em teu peito! Sobre tua cabeça, coloque-se uma coroa, ou seja, a castidade em teus afetos, que prefiras resistir aos açoites antes de tornar a manchar-te. Sê modesta e digna. Não penses nem desejes nada mais que o teu Criador. Quando tens a Ele, tens tudo. Adornada desta forma, deves esperar o teu Esposo".

Revelações de Nossa Senhora a Santa Brigida
Livro 1 - Capítulo 7

domingo, 24 de setembro de 2017

O que aconteceu com a página CaiaFarsa do Facebook?

Convidamos nossos seguidores e ler este artigo sobre a página "CaiaFarsa" do Facebook. Eu sou dona desse blog Flores da Modéstia e também era a dona da página CaiaFarsa, que agora está em novo endereço no facebook. O esclarecimento encontra-se no artigo abaixo, acesse:


Salve Maria.

domingo, 17 de setembro de 2017

Pérola das Virtudes - Pe. Adolfo de Doss

Casimiro, rei eleito da Hungria, filho de Casimiro III da Polônia, assinalou-se desde a mais tenra idade pela sua pureza de costumes e pela vida sumamente austera.

Nada o aborrecia tanto como a pompa e a moleza de costumes da corte. Por isso trajava sempre com a maior singeleza, dormia freqüentemente sobre a terra nua e passava uma parte da noite em oração, até mesmo diante das portas das igrejas, em adoração ao Santíssimo Sacramento.

Maria Santíssima consagrava a ternura de um filho. Conhecido é o hino em honra da Mãe de Deus, cuja autoria se lhe atribui: "Cantai e anunciai cada dia os louvores da Rainha do Céu". Mandou colocar no seu túmulo, sobre o seu coração, uma cópia deste hino.

Casimiro vivia na mais austera continência. Como um dia lhe fizessem propostas sobre esta matéria, e se aventurassem a dar-lhe conselhos, retorquiu com a maior decisão: "Antes morrer que macular-me".

Morreu santamente aos vinte e cinco anos. Seu corpo foi encontrado completamente incorrupto, cento e vinte e cinco anos depois. Até os vestidos estavam plenamente intactos, apesar da umidade que favoreceria a decomposição.

Pe. Adolfo de Doss, S.J., "A Pérola das Virtudes"

sábado, 3 de junho de 2017

Quereis ver o que sois, oh Cristãos? - Santo Afonso de Ligório

Um momento depois da morte


Considera, ó homem, que foste formado de terra, e à terra hás-de voltar. Dia virá em que hás-de morrer, ser lançado numa sepultura, entregue à corrupção e aos vermes, que te cobrirão, tornando-se o teu único vestido, conforme a expressão de Isaías (14,11):Operimentum tuum erunt vermes. Tal é a sorte reservada a todo e qualquer homem, quer nobre, quer plebeu, príncipe ou vassalo. Saída do corpo com o último sopro, a alma irá para a sua eternidade e o corpo se mudará em pó: Auferes spiritum eorum et deficient, et in pulverem suum revertentur (Ps. 103,29), <hás-de tirar-lhes o espírito que os anima; deixarão de viver e voltarão a ser pó.>

quinta-feira, 1 de junho de 2017

Maquiagem, esmaltes, salto alto - Um esclarecimento da dona do Site Flores da Modéstia.

Gostaria de agradecer algumas críticas zombeteiras e destrutivas que tenho recebido. O blog estava um pouco parado, porque estava um pouco atarefada com a minha livraria (São João Bosco) e as coisas da minha casa que sobra pouco tempo para escrever artigos. Mas devido algumas polêmicas que apareceram por aí, resolvi fazer este artigo de esclarecimento, e graças a vocês (que adoram zombar e ridicularizar o próximo) eu voltei a postar no blog e prometo ser mais presente por aqui.

sexta-feira, 7 de abril de 2017

Métodos Naturais não podem ser usados com mentalidade contraceptiva

Indicamos muito esse belo artigo do Padre Daniel Pinheiro sobre métodos naturais e a moral católica. Copiamos um breve trecho abaixo, mas faço questão de colocar o link para o artigo completo: 


"(...) O que falar do chamado método natural? O método natural é aquele em que o casal realiza naturalmente o ato conjugal, mas o faz somente nos dias inférteis da mulher. Antes de tudo, é preciso dizer que é perfeitamente lícito o ato conjugal quando a infertilidade é natural, decorrente, por exemplo, do ciclo da mulher ou da idade ou de um problema da natureza. Assim, no período infértil, o ato é lícito, pois nesse caso a infertilidade não decorre da vontade dos cônjuges, mas da própria natureza. Todavia, uma pergunta deve ser feita: é lícito o casal simplesmente reduzir o ato conjugal apenas ao período infértil sem motivo ou sem motivo grave, quer dizer, é lícito o casal praticar os métodos naturais sem motivo sério, grave? A resposta é não. Os métodos naturais só podem ser praticados quando há motivo grave. O Papa Pio XII diz o seguinte: “o contrato matrimonial, que concede aos esposos o direito de satisfazerem a inclinação da natureza, os estabelece em um estado de vida, o estado conjugal. Ora, aos esposos que fazem uso deste estado conjugal, praticando o ato específico do seu dele, a natureza e o Criador impõem a função de prover à conservação do gênero humano. Essa é a prestação característica que faz o valor próprio do estado deles, o bem dos filhos (a procriação). Na ordem estabelecida por Deus, o indivíduo e a sociedade, o povo e o Estado, a própria Igreja, dependem, para a sua existência, do matrimônio fecundo. Em consequência, abraçar o estado de matrimônio, usar constantemente da faculdade que lhe é própria e que só é lícita nos limites do matrimônio, e, por outro lado, se subtrair sempre e deliberadamente, sem grave motivo, ao seu dever principal, seria um pecado contra o próprio sentido da vida conjugal.” Continua o Papa: “Pode-se ser dispensado dessa prestação positiva obrigatória (da fecundidade), mesmo por longo tempo, até mesmo pela duração inteira do matrimônio, por motivos sérios, como os que não são raros de achar no que chamamos de “indicação” médica, eugênica, econômica e social. No entanto, se, de acordo com um juízo razoável e justo, não há semelhantes razões graves, quer pessoais, quer decorrentes das circunstâncias exteriores, a vontade dos esposos de evitar habitualmente a fecundidade da união, embora continuando a satisfazerem plenamente a sua sensualidade, só pode provir de uma falsa apreciação da vida, e de motivos estranhos às regras da são moral.” Está claro pelas palavras do Santo Padre e pela doutrina constante da Igreja que os métodos naturais só podem ser usados com motivo grave. Muitos dizem que a Igreja recomenda os métodos naturais e quase transformam os métodos naturais em oitavo sacramento da Igreja, como se fossem o ideal da vida matrimonial. A Igreja em hipótese alguma recomenda os métodos naturais. Ela permite os métodos naturais quando há motivo sério, grave, o que é bem diferente de recomendar. O ideal da vida matrimonial é fazer o uso normal do matrimônio nos dias fecundos e infecundos. Os métodos naturais não podem, então, ser usados por razões de contracepção ou por uma mentalidade contraceptiva, quer dizer, para evitar os filhos a todo custo ou para reduzir o número de filhos a um número que seja agradável para o casal. Isso vai contra o dever de estado daqueles que estão unidos em matrimônio.

terça-feira, 4 de abril de 2017

A Dignidade da Mulher - Alice Von Hildebrand

Por Alice von Hildebrand

"Eu sei que meninas gostam de segredos, e eu vou compartilhar um com você. Deus escolheu o seu sexo para você; Ele te fez uma menina. Você sabe que hoje feministas dizem frequentemente às garotas que a Igreja é “preconceituosa” e as tem “discriminado” desde o princípio. A Igreja é acusada de tê-las tratado como “inferior”, menos talentosas, com menos dons, criadas para serem servas dos homens; dizem que Ela negou às mulheres poder na Igreja e que as proibiu de receberem a maior honra, a ordenação sacerdotal e assim vai...

Sem dúvida, você tem ouvido este tipo de coisa, porque a mídia é boa para espalhar este tipo de mensagem negativa. E é por isto, para refutar estas falsas alegações, que eu gostaria de fazer você perceber que a mulher – longe de ser discriminada, ao contrário – teve outorgado por Deus um lugar único no trabalho da redenção. A beleza de sua missão já é aludida no Velho Testamento, porém encontra seu cumprimento somente no Novo, que é a doce Mãe de nosso Salvador; em Maria, a Virgem de Nazaré, que foi escolhida desde toda eternidade para ser a Mãe do Redentor.

quarta-feira, 29 de março de 2017

Trecho sobre o uso de calças - Pe. Bernard Kunkel



''Foi em 1917, em uma reunião da Legião de Maria em Baden (Floresta Negra), Alemanha, que Padre King, da igreja de Minster, falou para as mulheres reunidas a respeito das previsões de Nossa Senhora de Fátima, feitas naquele mesmo ano: 'Determinadas modas serão introduzidas que ofenderão grandemente Nosso Senhor'. Ele havia consultado os desenhistas de moda de Paris, França, com relação às próximas modas para mulheres a serem lançadas. Ele relatou que seriam 'calças'.

Sendo um santo padre e preocupado com o bem espiritual das mulheres no seu grupo da Legião de Maria, pediu-lhes que prometessem nunca usar calças.

Sendo uma mulher que usa roupas masculinas abominável perante Deus, o mero uso da palavra 'abominável' significando odioso, ofensivo, impuro. (...) 

Se uma mulher realmente ama Nossa Abençoada Mãe e Nosso Abençoado Senhor, por que deveria ela prejudicar o 'Triunfo do Imaculado Coração de Nossa Senhora' e ofender grandemente Nosso Senhor por usar 'calças'?'' 

Pe. Bernard. A. Kunkel. ''Marylike Modesty Handbook of the Purity Crusade of Mary Immaculate''. (This book contained in My Life in Prayer Book, Radio Rosary: Pittsburgh, PA.)
"Eu quero que todos vocês meus queridos filhos espirituais, combatam com o exemplo, e sem respeito humano uma santa batalha contra a moda indecente. Deus estará com vocês e irá salvá-los." São Pe. Pio de Pietrelcina

Siga-nos via blogger.com

Total de visualizações de página