Por São João Maria Vianney
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segunda-feira, 16 de março de 2015
O Amor ao Próximo e o Julgamento temerário
Depois de ter ocorrido coisas absurdas em nosso grupo no WhatsApp, resolvemos escrever esse artigo. Uma moça postou uma imagem no grupo de um outdoor feito antes da visita do Papa em Nápoles. O Outdoor tinha a imagem de uma freira fazendo topless e segurando um rosário nas mãos. Obviamente como todos podem perceber foi uma afronta a Fé Católica e justamente antes do Papa visitar a cidade. Com certeza as pessoas estavam se admirando de ver aquilo e ficaram chocadas, até que surgiram algumas pessoas com a frase pronta "não julgueis" e que não poderíamos criticar porque Jesus disse para não julgar o próximo.
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015
Da caridade para com os doentes - Por Santo Afonso de Ligório
Por Santo Afonso de Ligório
Devemos tomar em a peito que é muito mais meritório tratar dos enfermos que servir aos sãos, por necessitarem aqueles muito mais de assistência e se acharem muitas vezes abandonados de todos e atormentados, além disso, por dores, inquietações e tédio. Não há, pois, dúvida que é uma obra muito agradável a Deus procurar consolá-los e socorrê-los em tal estado de aflição. E também por haver mais ocasiões de se padecer no tratamento dos doentes é esta obra mais meritória; não é pequena mortificação suportar o ar impuro, o desalinho de seus quartos, e suas mesmas enfermidades.
domingo, 4 de janeiro de 2015
S. Domingos Sávio, um santo jovem
Estava Domingos voltando da escola, numa tarde abrasadora de verão, em companhia de um rapaz de nome João Zucca. O dia estava tão quente que dificultava até a respiração.
Ao passarem por uma ponte, pararam e sentaram-se pondo os pés dentro das águas do rio Ruenta. Zucca atirava palhas dentro do rio e, com muita atenção, ficava observando-as flutuar na correnteza e desaparecer sob a ponte. Mais abaixo, viu um grupo de meninos brincando às margens do rio, entrando na água e saindo. A correnteza era rápida e perigosa, mas refrescante.
— Ooba! – exclamou Zucca. — Não há outra coisa a fazer num dia como este! Vamos nadar um pouco! – deixou-se escorregar pela rampa gramada e, um instante após, mergulhou na água, embora fosse o local bastante perigoso.
Domingos acompanhou-o.
De volta a casa, Domingos permanecia silencioso.
— Alguma coisa errada, Domingos? – perguntou-lhe Zucca, porque normalmente Domingos era um colega muito alegre.
— Estava pensando se era conveniente a gente ir nada naquele lugar.
— Não é direito nadar? Como assim?
sexta-feira, 4 de julho de 2014
Santa Isabel de Portugal: Modelo de rainha, esposa e mãe
Fonte do texto original: http://www.catolicismo.com.br/materia/materia.cfm?IDmat=54A8796B-A4EA-3FB8-E934E972FDE120BB&mes=Julho2005
por Plinio Maria Solimeo
"Na santa soberana de Portugal conjugam-se o fulgor da coroa real com a virtude de exímia caridade e um dom especial de pacificadora, que marcaram toda sua vida"
* * *
Jaime I de Aragão, a História o registra com os epítetos de Conquistador, por suas glórias militares, e de Santo, por sua admirável piedade. Havia rompido relações com seu filho e herdeiro Pedro (a quem foi atribuído o cognome de Grande) devido a seu casamento sem o consentimento paterno com a Princesa Constança, filha do Rei da Sicília. Essa situação anômala terminaria do modo mais inesperado: Jaime I considerou o primeiro fruto dessa união, Isabel, um sinal de predileção de sua tia-avó, Santa Isabel da Hungria. O grande guerreiro foi tão conquistado pela recém-nascida, que perdoou o filho e desejou exercer a guarda da menina a fim de guiá-la em seus primeiros anos. Assim começou, desde o berço, a ação da futura santa.
Pode-se dizer que nela a piedade nasceu com o despertar para a vida; quando chorava como qualquer outro bebê, bastava alguém mostrar-lhe um Crucifixo ou uma imagem da Virgem para que silenciasse. Daquele pequeno ser emanava tanta unção e suavidade, que as damas do palácio consideravam uma graça o poder contemplá-la.
Aos cinco anos de idade Isabel perdeu seu virtuoso avô e voltou para o lar paterno, onde cresceu em graça e santidade. Aos oito anos já recitava diariamente o ofício divino.
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"Eu quero que todos vocês meus queridos filhos espirituais, combatam com o exemplo, e sem respeito humano uma santa batalha contra a moda indecente. Deus estará com vocês e irá salvá-los." São Pe. Pio de Pietrelcina
