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segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

[Sermão] Conselhos aos jovens que pensam em casar

Padre Daniel Pinheiro, IBP

"Acabamos de ouvir no Evangelho de hoje o milagre feito por Nosso Senhor Jesus Cristo a pedido de sua Mãe nas bodas de Caná. Nosso Senhor, com sua presença santificava, o casamento, Ele santificava a família. Mais tarde, Ele elevaria o casamento a sacramento. A união exclusiva de um homem e de uma mulher para toda a vida em vista da procriação e do auxílio mútuo é algo santo. Sem o matrimônio, sem a família assim constituída, a sociedade desmorona por completo. Mais de uma vez já falamos da importância da família, que é a base da sociedade. E não se pode insistir suficientemente sobre o assunto. Falamos da família e de sua importância capital para o Estado e para a Igreja. Está claro, falamos da família: pai, mãe e filhos. É preciso, para o bem da sociedade e da Igreja, que haja famílias profundamente católicas. Famílias com uma fé profunda, com uma grande generosidade para ter uma família numerosa, se assim Deus o permitir, com uma vida de oração familiar, com o cuidado da educação dos filhos. Os pais participam da obra da criação ao gerar os filhos e devem participar da obra da redenção, educando os filhos para Deus. E a redenção se faz com sofrimento. A educação dos filhos se faz a base de sofrimentos, de abnegação, de sacrifícios. Tudo isso junto com grandes alegrias, e a primeira dessas alegrias é a de poder formar Cristo em uma alma.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

[Instrução] Pequeno Catecismo do Namoro - Pe. Luiz Carlos Lodi

Texto: O Namoro 

Autor: Pe. Luiz Carlos Lodi 


O namoro é o período em que o rapaz e a moça procuram conhecer-se em preparação para o matrimônio. No matrimônio homem e mulher doam seus corpos, constituem uma só carne e tornam-se instrumentos de Deus na geração de novas vidas humanas.

Mas antes de doar os corpos é preciso doar as almas. No namoro os jovens procuram conhecer não o corpo do outro, mas sua alma.

Os namorados não podem ter relações sexuais, pois o corpo do outro ainda não lhes pertence. Unir-se ao corpo alheio antes do casamento (fornicação) é um pecado contra a justiça, algo como um roubo.

E como nosso corpo é templo do Espírito Santo (1Cor 6,19) a profanação de nosso corpo é algo semelhante a um sacrilégio.

domingo, 15 de fevereiro de 2015

O que é pecado durante o namoro?

Para os namorados, é pecado a prática da relação sexual. Tal pecado, como já vimos, tem um nome: chama-se fornicação. Mas também são pecados todos os atos que causam o desejo da fornicação. Em outras palavras, os abraços, beijos, carícias que provocam excitação são todos pecaminosos. Só isso? Não. Jesus disse, para espanto da multidão, que até o olhar libidinoso já é pecado: “Ouvistes o que foi dito: ‘Não cometerás adultério’. Eu, porém, vos digo: todo aquele que olha para uma mulher com desejo libidinoso, já cometeu adultério com ela em seu coração” (Mt 5, 27-28). Tratando-se de namorados, a palavra “adultério” deve ser trocada por “fornicação”, uma vez que ambos são solteiros. Assim, se os namorados olham (apenas olham!) um para o outro com desejo libidinoso, já estão cometendo fornicação em seu coração. Há certos contatos físicos que são intrinsecamente excitantes. Por exemplo: os abraços agarrados e o beijo na boca, que há décadas a televisão apresenta como normal aos nossos jovens. A menos que os namorados estejam doentes, o beijo na boca e os abraços agarrados causam excitação. E a excitação provocada durante o namoro é pecaminosa, porque ela já é preparação e início da união sexual. 

terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Pequeno Catecismo do Namoro

O que é “namoro”?

Namoro é o período em que o rapaz e a moça procuram conhecer-se em preparação para o matrimônio.

Em que consiste o matrimônio?

Carícias permitidas no namoro


Um esclarecimento do Pe. Paulo Ricardo a respeito do namoro e as carícias permitidas. 

Um ótimo texto complementar é o do link abaixo:


Salve Maria


quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Namoro Católico: necessária castidade no namoro - Parte III

(3º) A necessária pureza entre namorados. Evidentemente, a primeira razão para se guardar a castidade no namoro é observar o sexto mandamento, evitando o pecado mortal e sua consequente perda da graça. Nossa razão reconhece e Deus nos ensina que a união entre um homem e uma mulher deve ter em vista a procriação. Todavia, não basta a procriação, pois é preciso também educar a prole. Para educar bem os filhos, é preciso que haja o matrimônio. Portanto, a união entre o homem e a mulher deve se realizar somente dentro do casamento, para que a primeira finalidade dessa união seja assegurada de forma adequada.

Namoro Católico: Finalidade do namoro - Parte II

Finalidade do namoro. O Reverendíssimo Padre Lodi diz que a finalidade do namoro é “o conhecimento da alma do outro.” Esse conhecimento da alma é conhecer as qualidades e defeitos, naturais e sobrenaturais, do outro, bem como conhecer qual é o “ideal” de vida do outro. Todavia, as condições para que um jovem e uma jovem possam construir com segurança um lar católico são quatro:

Namoro Católico: A Duração do Namoro - Parte I

Suponho que o excelente texto do Padre Luiz Carlos Lodi recentemente republicado aqui tenha feito muito bem aos jovens – ou nem tão jovens – católicos que pretendem ter um namoro santo, conforme a reta razão iluminada pela fé, para poderem ter também um casamento santo. O namoro é preparação para o casamento. Assim, quem quer ter um bom casamento, deve preparar-se bem. Casamento santo supõe preparação santa, supõe namoro santo. Gostaria, porém, de acrescentar alguns pontos quanto (1º) à duração do namoro católico e (2º) quanto à finalidade do namoro, que o Padre define corretamente como “conhecer a alma do outro”. Finalmente, (3º) gostaria de tratar com um pouco mais de precisão das consequências prejudiciais dos pecados contra a pureza entre namorados.
"Eu quero que todos vocês meus queridos filhos espirituais, combatam com o exemplo, e sem respeito humano uma santa batalha contra a moda indecente. Deus estará com vocês e irá salvá-los." São Pe. Pio de Pietrelcina

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