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terça-feira, 13 de fevereiro de 2018

São Pio X condena o Uso de calças pelas mulheres

Quando o estilista francês Paul Poiret, por volta de 1910, criou o seu modelo de calças compridas para as mulheres ocidentais, o primeiro a fazer algum sucesso no mundo da moda, o Papa São Pio X repudiou o traje, considerando que se tratava de uma vestimenta indecente, que feria a dignidade da mulher e promovia a abolição das diferenças entre os sexos.

Comparando com as calças compridas que as mais respeitáveis damas usam hoje em dia, a invenção de Poiret era de um pudor reconhecível; porém, mesmo assim, o Papa São Pio X a considerou inapropriada para uso das mulheres de seu tempo.

Que diria o Santo Papa das calças compridas que as mulheres, inclusive a maioria das católicas, usam hoje em dia? À época, L'Osservatore Romano expressou o pensamento do Santo Papa: publicou que as ''calças de harém'', como ficaram conhecidas, eram vergonhosas, e representavam, no âmbito da moda, a crescente onda de irreligião que assolava o Ocidente.

quarta-feira, 3 de janeiro de 2018

O Amor do Mundo torna os homens Infelizes - Santo Afonso de Ligório

Que é propriamente este mundo? Um campo cheio de espinhos, lágrimas e dores. O mundo promete grandes recompensas a seus sequazes: divertimentos, alegrias e paz; tudo, porém, se reduz a ilusão, amargura e vaidade. As riquezas honras e prazeres mundanos transformam-se finalmente em tormentos e aflições. E queira Deus não se eternize para muitos amigos do mundo essa aflição, pois são inúmeros, grandes e inevitáveis os perigos de perder a Deus, a alma e o céu no meio do mundo. 

Os bens deste mundo não podem saciar o nosso coração. Os animais que foram criados para a terra, contentam-se com o terrestre; mas o homem que foi criado para Deus, só em Deus pode achar sua satisfação. É o que nos ensina a experiência, pois se os bens terrenos tornassem felizes os homens, seriam certamente felizes os príncipes deste mundo, que possuem em abundância dinheiro, honras e alegrias. E o que vemos? Eles vivem mais descontentes e incomodados que os outros homens, pois onde há maior riqueza e dignidade, reina também maior temor, amargura e inquietação.

domingo, 3 de dezembro de 2017

Sobre o vício da Impureza

Por Santo Afonso de Ligório


"Santo Tomás diz que, devido a todos os vícios, mais especialmente pelo vício da impureza os homens são lançados para longe de Deus. Além disso, os pecados da impureza em virtude do seu grande número são um mal imenso. Um blasfemador nem sempre blasfema, mas só quando está bêbado ou quando é provocado pela ira. O assassino cujo trabalho é matar os outros, em geral não comete mais que oito ou dez homicídios, mas os impuros são culpados de uma torrente incessante de pecados, por pensamentos, por palavras, por olhares, por complacências, e por toques, de modo que, quando vão a confissão eles acham impossível dizer o número de pecados que cometeram contra a pureza.

domingo, 29 de outubro de 2017

Cristo, Rei da mulher

       No princípio do século V, Roma viveu tristes e enlutados dias; as ondas devastadoras das invasões bárbaras, às ordens de Alarico, invadiram e arruinaram a cidade eterna, outrora tão rica e opulenta. A aristocracia pagã romana censurava amargamente os cristãos: Vós sois a causa de todos estes males.
     «Nós? - gritou Santo Agostinho, no seu livro De Civitate Dei. - Nós? Por termos derrubado os vossos ídolos? - Pelo contrário, vieram todas estas calamidades, porque ainda acreditais neles. Por isso nos assola a desgraça».
     Também se desmorona hoje o mundo atual. E será porque somos cristãos? Ao contrário; porque não o somos, porque não seguimos deveras a Cristo. A humanidade. a sociedade, a família moderna, adoram ainda muitos ídolos. A idolatria continua à nossa volta; temos máximas pagãs. temos um conceito da vida completamente pagão, idolatramos os prazeres, como se fôssemos pagãos; por isso o mundo cambaleia. Vimos já nos capítulos anteriores para onde caminha a humanidade se se separa de Cristo. Chegamos agora·a um novo tema. cuja importância é indiscutível. Trataremos da questão da mulher, sob este título: - Cristo - Rei da mulher.

quinta-feira, 26 de outubro de 2017

Homens, sejam reflexos de São Jerônimo e não Santa Teresinha!


Dentro do ramo tradicional há muita cobrança (justa) quanto à modéstia e feminilidade da mulher, porém tem faltado a cobrança quanto ao pudor e virilidade do homem. 

Que a inversão de valores e a igualdade de gênero são doutrinas satânicas feitas para perverter a juventude, é algo tão claro como água, porém, que não convém a um homem deixar o cabelo crescer ou fazer as unhas, parece não ser algo tão claro assim.


Uma mulher que busca a feminilidade para ser semelhante à Virgem Maria não se casaria com um homem que parece uma Santa Teresinha!



Ela normalmente procura um São José, que chegue em casa após um dia de serviço com as mãos calejadas, tome um café forte ou conhaque amargo, que tome um banho rápido, ligue uma música clássica, e após falar com autoridade com os filhos vá convocá-los para rezar o santo Rosário antes de dormir.



Ela não procuraria uma Santa Teresinha, que chegue em casa após um dia de trabalho, vá tomar um leite quente, tomar um banho com condicionador, secar os cabelos com o secador de cabelo (para não ser importunado com uma dor de cabeça), ligue uma música clássica, converse com os filhos como se fosse um amigo e vá convidar eles para rezar um terço.

Para ser um homem católico hoje é necessário uma força de vontade heroica.
Se o mundo é perverso para as mulheres, quanto mais aos homens, que são tão mais seduzíveis aos apetites da carne. Quantas vezes é necessário uma heroicidade ao virar os olhos na rua, para não fitar uma figura desonesta, ou ter de se privar de uma televisão em casa, zelando pela alma dos filhos, ou suportar o mau-humor do chefe no serviço, e ao chegar em casa ainda ter que encontrar com uma esposa chorosa, porque o chuveiro quebrou e a ela é impossível resolver tal problema.



As mulheres nasceram da costela do homem, ao lado, porque têm necessidade de proteção.



Em um relacionamento preparatório para o casamento, o combate maior sempre é do homem. Em uma guerra, quem vai para a batalha é o homem. Em um navio afundando, a última opção de salvamento é o homem.



O homem deve saber que para proteger a sua mulher, deve ser semelhante a um São Jerônimo, amansar os leões, não como Santa Teresinha, que uma de suas penitências era dormir sem travesseiro.
Santa Teresinha é o exemplo da via "fácil" para chegar até Deus.



São Jerônimo é a via da austeridade.



As mulheres devem seguir a via "fácil", os homens devem seguir a via austera.



Deus disse a Adão que sua vida seria austera, que o chão seria duro.



Ora, as filhas da Virgem Maria, quando vão procurar um homem para casar, procuram ver os calos das mãos! 



Que decepção seria ao invés de calos, encontrar uma mão macia, que usa um creme corporal, mais sapatos do que uma donzela no guarda-roupa, mais perfumes que uma dama, e mais cuidado com a aparência que um artista!



Uma mulher busca casar-se com um homem, com o seu oposto, não com um semelhante mal-acabado.
Afinal, não serão os perfumes ou os cremes corporais que sustentarão a casa, serão os calos nas mãos.

Donzela, ouso ainda dizer, casa-se com um homem com calos nas mãos e nos joelhos, poderá ter quase certeza de sua felicidade.
Benditos calos nas mãos e nos joelhos de um homem católico!
Nas mãos de tanto trabalhar pelo bem corporal na família, nos joelhos de tanto rezar pelo bem espiritual da família.

Autora anônima

sexta-feira, 13 de outubro de 2017

São João Maria Vianney: Sermão sobre a Pureza

“Bem-aventurados os puros de coração, porque eles verão a Deus” (Mat. 5, 8).


"Nós lemos no Evangelho, que Jesus Cristo, querendo ensinar ao povo que vinha em massa, aprender dEle o que era preciso fazer para ter a vida eterna, senta-se e, abrindo a boca, lhes diz: “Bem-aventurados os puros de coração, porque eles verão a Deus.” Se nós tivéssemos um grande desejo de ver a Deus, meus irmãos, só estas palavras não seriam acaso suficientes para nos fazer compreender quanto a pureza nos torna agradáveis a Ele, e quanto ele nos é necessária? Pois, segundo Jesus Cristo, sem ela, nós não o veremos jamais! “Bem-aventurados, nos diz Jesus Cristo, os puros de coração, porque eles verão o bom Deus”. Pode-se acaso esperar maior recompensa que a que Jesus Cristo liga a esta bela e amável virtude, a saber, a posse das Três Pessoas da Santíssima Trindade, por toda a eternidade?… São Paulo, que conhecia bem o preço desta virtude, escrevendo aos Coríntios, lhes diz: “Glorificai a Deus, pois vós o levais em vossos corpos; e sede fiéis em conservá-los em grande pureza. Lembrai-vos bem, meus filhos, de que vossos membros são membros de Jesus Cristo, e que vossos corações são templos do Espírito Santo. Tomai cuidado de não os manchar pelo pecado, que é o adultério, a fornicação, e tudo aquilo que pode desonrar vossos corpo e vosso coração aos olhos de Deus, que a pureza mesma”. (I Cor, 6, 15-20) Oh! Meus irmãos, como esta virtude é bela e preciosa, não somente aos olhos dos homens e dos anjos, mas aos olhos do próprio Deus. Ele faz tanto caso dela que não cessa de a louvar naqueles que são tão felizes de a conservar. Também, esta virtude inestimável constitui o mais belo adorno da Igreja, e, por conseguinte, deveria ser a mais querida dos cristãos. Nós, meus irmãos, que no Santo Batismo fomos rociados com o Sangue adorável de Jesus Cristo, a pureza mesma; neste Sangue adorável que gerou tantas virgens de um e outro sexo; nós, a quem Jesus Cristo fez participantes de sua pureza, tornando-nos seus membros, seu templo… Mas, ai! Meus irmãos, neste infeliz século de corrupção em que vivemos, não se conhece mais esta virtude, esta celeste virtude que nos torna semelhantes aos anjos!… Sim, meus irmãos, a pureza é uma virtude que nos é necessária a todos, pois que, sem ela, ninguém verá o Bom Deus. Eu queria fazer-vos conceber desta virtude uma ideia digna de Deus, e vos mostrar, 1º. quanto ela nos torna agradáveis a Seus olhos, dando um novo grau de santidade a todas as nossas ações, e 2º. o que nós devemos fazer para conservá-la".

segunda-feira, 2 de outubro de 2017

Outubro: Mês do Rosário, conheça sua História



Na antiguidade, romanos e gregos possuíam o costume de coroar suas estátuas com rosas ou outras flores, simbolizando a homenagem e reverência que a elas prestavam. Adotando para si esse costume, as mulheres cristãs que eram levadas para o martírio, vestiam suas roupas mais belas e adornavam suas frontes com coroas de rosas, mostrando o enorme contentamento que possuíam de irem ao encontro do Senhor. À noite os cristãos recolhiam as flores, e por cada rosa recitavam uma oração ou um salmo pelas mártires.

Daí nasceu o costume recomendado pela Igreja de se rezar o rosário, que consistia em recitar os 150 salmos de David, que eram considerados uma oração extremamente agradável a Deus. Entretanto, nem todos podiam seguir essa recomendação: saber ler naquela época era reservado apenas aos cultos e letrados. Para os que não podiam fazê-lo, a Igreja permitiu substituir os 150 salmos por 150 Ave-Marias. A este “rosário” se passou a chamar “o saltério da Virgem”.

Pouco antes de findar o século XII, Domingo de Gusmão afligia-se com a situação de decadência de sua época, a gravidade dos pecados e o crescimento da heresia dos cátaros. Um dia, decidiu ir rezar num bosque, e pedindo fervorosamente que Deus interviesse na situação da Cristandade, começou a flagelar-se com dureza tão grande, que acabou por cair desmaiado. Apenas tendo recobrado os sentidos, a Virgem Santíssima lhe apareceu e disse-lhe: a melhor arma para combater a heresia e conseguir a conversão dos hereges não era a flagelação, mas sim a recitação de seu saltério.

Dirigindo-se imediatamente à Catedral de Toulouse, São Domingos de Gusmão mandou tocar os sinos e reuniu o povo. Quando ia começar a falar, uma violenta tempestade se desencadeou com raios e trovões. Porém, verdadeiro susto tiveram os presentes quando viram a imagem da Mãe de Deus erguer o braço direito e ameaçá-los com olhar terrível. Nesse momento, São Domingos começou a rezar o Rosário, e com ele todo o povo reunido na catedral. À medida que rezavam a tempestade amainava, até que cessou completamente.

Noutra ocasião, São Domingos iria fazer um sermão em Notre Dame de Paris na festa de São João Batista. Preparara primorosamente sua homilia, mas antes de fazê-lo rezou fervorosamente o Rosário, e eis que a Virgem Santíssima lhe apareceu e disse: “seu sermão está bom, mas este que lhe dou está melhor!”, e deu-lhe um que tratava da devoção ao seu Santo Rosário, e o quanto ela agradava a Deus e à Virgem.

Por muito tempo a população passou a rezar com devoção o Rosário. Porém, passados uns 100 anos da morte desse grande santo, o Rosário começou a ser esquecido. Em 1349 houve uma terrível epidemia na Espanha que devastou o país, à qual deram-lhe o título de “morte negra”. Foi nessa ocasião que Nossa Senhora teve a condescendência de aparecer, juntamente com seu Divino Filho e São Domingos, ao frei Alano de la Roche, então superior dos dominicanos na mesma província onde nasceu a devoção ao Santo Rosário. Nessa aparição a Virgem Maria pedia que frei Alano fizesse reviver a devoção ao seu Saltério.

Sem demora o padre Alano, junto com os outros freis dominicanos, começou a trabalhar na difusão dessa poderosa devoção, que tanto agrada à Santíssima Virgem. Foi com ele que o Rosário tomou a forma que tem até hoje, dividido em dezenas e contemplando os mistérios da vida de Jesus e Maria. A partir de então essa devoção se estendeu por toda a Igreja

Quando se instituiu a festa do Santo Rosário?


Mar de Lepanto! Uma imensa batalha entre católicos e turcos se desenrola. O entrechoque das embarcações recorda a conflagração final, quando a abóboda celeste enrolar-se-a qual pergaminho. Era o dia 7 de outubro de 1571. Se os católicos perdessem a batalha a Cristandade seria submergida pelos turbantes de Maomé. A religião católica teria desaparecido para sempre.

A léguas de distância, em Roma, São Pio V implorava o auxílio divino, por intercessão da Mãe da Igreja. Inspirado, o santo Papa pede ao povo romano que reze o Rosário pela vitória de seus irmãos.

Em determinado momento, enquanto despachava assuntos urgentes, mas com sua atenção toda colocada no perigo que corria a Cristandade, aquele venerável ancião interrompe os trabalhos bruscamente e se dirige à janela. Os circunstantes ficam perplexos, não compreendem a atitude. Reina o silêncio por breve espaço de tempo, rompido pela afirmação ainda mais misteriosa do Pontífice: vencemos em Lepanto!

Manda reunir os fiéis e preparar a comemoração pela milagrosa vitória de Dom João D’Áustria, comandante da frota. Uma solene procissão tem lugar nas ruas da Cidade Eterna. Dias mais tarde, chegam os emissários da esquadra trazendo a notícia já antes anunciada pelos Anjos. Pouco depois estava instituída a festa de Nossa Senhora das Vitórias no dia 7 de outubro.

Um ano mais tarde, Gregório XIII mudou o nome para festa de Nossa Senhora do Rosário, e determinou que fosse celebrada no primeiro domingo de outubro (dia em que se venceu a batalha em Lepanto). Atualmente a festa é celebrada no dia 7 de outubro.

Fonte do texto no link

sábado, 30 de setembro de 2017

Palavras da gloriosa Virgem à sua filha sobre a forma de vestir

Palavras da gloriosa Virgem à sua filha, sobre a forma de vestir e o tipo de roupas e enfeites com os quais a filha deve adornar-se e vesti-se.


"Eu sou Maria, que deu à luz o Filho de Deus, verdadeiro Deus e verdadeiro homem. Sou a Rainha dos anjos. Meu Filho te ama com todo o coração. Ama-O! Deves adornar-te com roupas muito honestas e eu te mostrarei como e que tipo de roupas devem ser. Como antes, tinhas uma anágua, uma túnica, sapatos, uma capa e um broche sobre seu peito, agora hás de cobrir-te com roupas espirituais. A anágua é a contrição. Como a anágua se veste junto ao corpo, assim a contrição e a conversão são o primeiro passo de volta a Deus. Através delas, a mente, que em um momento encontrou gozo no pecado, se purifica e a carne impura se mantém sob controle.

Os dois sapatos são duas disposições, na verdade a intenção de retificar as transgressões passadas e a intenção de fazer o bem e manter-se longe do mal. Tua túnica é a esperança em Deus. Como a túnica tem duas mangas, há de haver justiça e misericórdia em tua esperança. Desta forma esperarás na misericórdia de Deus porque não esquecerás sua justiça. Pensa em sua justiça e em seu juízo, de forma que não esqueças sua misericórdia, porque Ele não usa a justiça sem misericórdia nem a misericórdia sem justiça. A capa é a fé. Do mesmo modo que a capa cobre tudo e tudo está contido nela, a natureza humana pode igualmente abarcar tudo e conseguir tudo mediante a fé.

Esta capa deve ser enfeitada com as insígnias do amor de teu Esposo, ou seja, da forma como te criou, da forma que te alimentou, te atraiu para seu Espírito e abriu teus olhos espirituais. O broche é a consideração de sua paixão. Fixa firmemente em teu peito o pensamento de como Ele foi fraudado e mortificado, como se manteve vivo na cruz, ensanguentado e perfurado em todas as suas fibras, como em sua morte seu corpo inteiro se convulsionou pela dor aguda da paixão, como entregou seu Espírito nas mãos do Pai. Que este broche permaneça sempre em teu peito! Sobre tua cabeça, coloque-se uma coroa, ou seja, a castidade em teus afetos, que prefiras resistir aos açoites antes de tornar a manchar-te. Sê modesta e digna. Não penses nem desejes nada mais que o teu Criador. Quando tens a Ele, tens tudo. Adornada desta forma, deves esperar o teu Esposo".

Revelações de Nossa Senhora a Santa Brigida
Livro 1 - Capítulo 7

domingo, 24 de setembro de 2017

O que aconteceu com a página CaiaFarsa do Facebook?

Convidamos nossos seguidores e ler este artigo sobre a página "CaiaFarsa" do Facebook. Eu sou dona desse blog Flores da Modéstia e também era a dona da página CaiaFarsa, que agora está em novo endereço no facebook. O esclarecimento encontra-se no artigo abaixo, acesse:


Salve Maria.
"Eu quero que todos vocês meus queridos filhos espirituais, combatam com o exemplo, e sem respeito humano uma santa batalha contra a moda indecente. Deus estará com vocês e irá salvá-los." São Pe. Pio de Pietrelcina

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