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sábado, 20 de junho de 2015

Ter filhos? Deus me livre!

Reflexões sobre como a mulher atual enxerga a maternidade

Por Lis Azevedo¹

Quando perguntamos à uma mulher sobre quais brincadeiras mais gostava quando criança, com certeza entre as resposta terá o “brincar de boneca”, e olhe lá se não for essa a campeã das respostas rs! Nós mulheres quando meninas amávamos brincar com bonecas e imagina-las como nossas filhas frágeis aos nossos cuidados, nos encantávamos ao ver um bebezinho de verdade, dava vontade de pega-lo no colo, mesmo quando não cabia rs sonhamos com a maternidade de forma intensa e cheia das melhores perspectivas. Aí então crescemos e o que antes era um sonho se torna um pesadelo.

Quis começar minha fala, relembrando a infância e as brincadeiras com boneca para demonstrar como já fomos e o que nos tornamos. Bom, pessoas podem dizer “ah meninas sonham com maternidade porque em sua inocência não sabem o que significa de fato ter um filho e as responsabilidades que esse filho traz”, já eu penso diferente, penso que as meninas sonham com a maternidade pois na sua inocência enxergam o encanto, a delícia e a maravilha em ser mãe, sonham com a maternidade porque sua natureza as chama pra isso e sabem ainda que inocentemente que não há ofício que se iguale ao de gerar e educar um filho. Mas e se éramos todas assim, por que mudamos tanto? Por que o que antes nos remetia à felicidade hoje nos inspira aversão e medo? Tenho algumas hipóteses...

Lembro que quando estava começando ainda a estudar língua de sinais (eu tinha uns 16 anos), fui à um centro que oferecia curso de LIBRAS², lá estava uma moça recém casada e ela comentou com outra moça que o maior medo da irmã, que já era casada e com filhos, era que ela engravidasse logo e contava sorrindo sobre os conselhos da irmã para não ter filhos logo. Eu não tinha muita noção do sentido do Matrimônio, nem das funções do mesmo, mas esse fato me tocou tanto que nunca mais esqueci, e me tocou porque eu não via sentido em alguém que acabara de se casar evitar filhos ou do fato de uma recém casada engravidar for digno de medo e repulsa. Me recordo também algumas frases que ouvi desde a minha infância até dias atrás e que com certeza vocês também já ouviram:

- Quando vocês tiverem seus filhos verão o que é bom, vão pagar tudo que fazem hoje...

-Filho é bom, mas dá um trabaaaaaaaalho...

-Aproveita agora, porque quando for mãe acabou...

-O casamento é ótimo, mas depois que vem os filhos....

Para as que vão casar:

-Mas não engravida logo, curte teu casamento...viaja...namoro só vocês dois, porque depois que vierem os filhos.....

-Espera 1, 2 anos pra ter filho, filho prende demais...

-Olha, aproveita teu marido, porque depois que vierem os filhos tudo muda...

-Tu quer muito ter um filho porque ainda não tem um...

Para as que estão grávidas:

-Aproveita pra dormir agora, porque depois que nascer tu não vai conseguir dormir mais...

-Hahaha agora tu vai saber o que é bom (tom irônico)...

-Ser filho é bom, agora ser mãe...

-Filho as vezes desune o casal...

-Quer ter outro depois desse? Deixa esse nascer...aposto que muda de opinião...

Notem que todas essas frases quando são ditas terminam com um silêncio tendencioso que enfatiza o negativo, não é de se estranhar que tantas mulheres tenham aversão e medo de serem mães!!!! O ser mãe atualmente é quase um sinônimo de sofrimento sem nenhuma alegria, de renúncia sem nenhum prazer, de perdas sem nenhum ganho, de tristeza sem nenhuma felicidade. Atualmente um filho, um dom de Deus, é visto por muitas mulheres como um ser que vai atrapalhar o casamento, quando na verdade ele é uma das razões de haver o casamento

Agora reflitam comigo, uma menina, uma moça como nós fomos, como nossas sobrinhas são, crescendo e ao mesmo tempo sendo bombardeadas com opiniões tão negativas sobre a maternidade, obviamente vão criar um sentimento de medo e aversão pelo ser mãe, nossas tias, professoras, cunhadas, vizinhas só desacreditam da beleza e satisfação da maternidade! Só enfatizam as angústias, a canseira, as preocupações, as cicatrizes, as mudanças...tudo de negativo possível, NADA positivo! 

O discurso contra a maternidade é intenso e crescente, parte de outras mulheres que são mães e avós, mas que foram moldadas para se tornarem insensíveis à beleza e satisfação da maternidade. Mas... quando isso começou? quem as moldou dessa forma? O feminismo tem algo a ver com isso? Posso responder que tem tudo a ver com isso, esse discurso falacioso de que ser mãe é ultrajante e por isso desnecessário é a maior das bandeiras do feminismo, o que é contraditório um movimento do feminino ser contra a mulher, mas sim ele o é! O feminismo odeia tanto a mulher que quer tirar dela o que a torna mais feminina, que é gerar uma vida em seu ventre, educar uma criança, amá-la...! O feminismo plantou essas sementinhas malignas tão bem, que mulheres de todas as idades, nossas mães, avós, tias a colheram e as multiplicaram sem cessar mesmo que inconscientemente, elas servem de alto falantes à esse movimento diabólico, disseminando o “não tenha filhos, eles vão te atrapalhar” e aí as meninas que cresceram recebendo menções negativas da maternidade compram essa propaganda e escolhem por vontade própria ser inférteis para assim serem “felizes”. Me pergunto onde nos perdemos, pra chegar à essa triste realidade, a realidade de mulheres que não querem ser mães simplesmente porque teoricamente os filhos vão atrapalhar suas vidas. Onde nos perdemos pra deixar um movimento, que prega contra o nosso instinto (que desde a nossa primeira infância se manifesta), deliberar sobre nossa vida e sobre o que nos fará felizes, somos nós mulheres a permitir essa intromissão, somos nós que renunciamos ao que já na infância sabíamos que seria a nossa missão nesse mundo, gerar e educar filhos. Mesmo assim abdicamos da nossa natureza ao comprar a falácia de que ser mãe impede a mulher de ser feliz. Compramos a falácia de que QUALQUER outra tarefa é mais digna do que a de ser mãe e a de que ser mãe é a tarefa mais infeliz que qualquer outra.

Mulher, acorde! Não permita que o esse dom divino seja reduzido à um estorvo que carregamos, não compactue, não se omita diante desse tipo de discurso, temos que gritar se possível como é edificante e importante nossa missão, como apesar das dores, há inúmeras delícias em gerar e educar uma , duas, três...quantas crianças Deus nos der! Não permitam que uma tia, vizinha ou quem quer que seja, tente diminuir nossa missão divina, fale da vontade de Deus e de como Ele nos deu a missão de colocar filhos à serviço Dele, de povoar o céu!!!!

Hoje fala-se muito também em planejamento familiar, mais um engodo maligno pra afastar as famílias e as mulheres de sua verdadeira vocação. A vontade de Deus é ignorada, os apelos da Igreja não são observados...tudo em nome do “vou aproveitar mais o meu casamento” ou do “quero dar mais condições para os meus filhos”, sofisma...sofisma... e mais sofisma! Crianças não precisam do carrinho de última geração, de um berço banhado à ouro, de roupas de grife, de viagens pra Disney, crianças precisam de amor, dedicação e educação cristã, é apenas isso que precisam pra serem felizes, e isso mulher, nenhuma “condição” pode comprar, tudo isso é gratuito, parte de você para seu filho!

Para concluir, certa vez eu ouvi de duas mulheres, casadas e cristãs, em alto e bom som: “Deus me livre de ter filho agora”, foi angustiante ver nos olhos dessas mulheres a repugnância que sentem pelo possíveis filhos, parece ser maior do que a que sentem por insetos e pragas nocivas. Reflitam sobre isso, reflitam sobre como estão enxergando e como fazem as meninas ao seu redor enxergarem a maternidade, como lidam e como recebem de Deus esse presente maravilhoso do qual jamais poderemos agradecer de forma satisfatória, que é gerar, carregar e educar um bebê. Não renuncie à sua natureza, não rejeite o seu instinto, responda SIM à vida! Essa é a sua missão, esse é o seu ser MULHER!

1 Catequista, esposa e tradutora. Mora em São Luis MA (licymari@hotmail.com).
2 Língua Brasileira de Sinais.

10 comentários:

  1. those discouraging sentences have always made the opposite effect to me.
    quelle frasi di scoraggiamento mi hanno sempre fatto l'effetto contrario.
    essas palavras de desânimo sempre fiz o efeito oposto.

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  2. Gloria a Deus por esse artigo... Meu coração se alegou profundamente.
    Sou mãe de duas meninas uma de 2 anos e 9 meses e uma de 1 ano e em breve nos preparando para o terceiro filho e as pessoas meio que querem controlar quantos filhos nos vamos ter... Meus partos foram cesarianas (não por opção, mas necessidade) e la vem as pessoas DA IGREJA '' é só pode três cesariana '' (e nos queremos mais ) ate parecem ser Nosso Senhor para darem a ultima palavra.
    As mulheres tem muito medo dos filhos porque geralmente tem um filho e se frustam, crianças INSUPORTÁVEIS por que quem educa e a televisão e outras pessoas.. Enfim numa sociedade como a nossa , totalmente secularizada, os pais tem que estar com as crianças 24 hs , eu meu esposo não confiamos nossa filhas a ninguém diz santo Afonso de ligorio ''O pai não deve permitir que suas filhas fiquem a sós com homens, sejam eles jovens ou velhos. Alguém dirá: “Este homem que cuida da minha filha, é um santo”. Os santos estão no Céu, porque os santos que estão na terra são carne e se estão próximos às ocasiões, podem converter-se em demônios.''
    Enfim louvo a Deus por esse apostolado que a Santíssima Virgem o torne ricamente fecundo.
    Paz e Graça
    Salve Maria Imaculada
    Janaína Rosa

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    1. Que bom Janaina! Que Deus abençoe sua família e seu santo propósito de cumprir com a vontade de Deus. Salve Maria.

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  3. Poxa, eu vibrei com esse artigo! É triste ver mulheres que não caminham perto de Deus dizerem isso, agora mulheres que conhecem a Verdade, são (ou se dizem) cristãs se levantarem e bradarem até com orgulho isso é de cortar o coração! O pior de tudo, é que, na visão desse povo, os filhos acabam como casamento, como se a vida conjugal desaparecesse quando os filhos chegassem. É óbvio que a vida do casal muda totalmente, mas que sentido teria um casamento sem os seus frutos, os filhos? É uma constante nos casais que decidem não ter iflhos que cada um só se importa consigo, em como se satisfazer mais, em como levar uma vida mais prazerosa e confortável e são menos sensíveis às dificuldades do mundo. Corta o coração ouvir uma mãe dizer "Deus me livre de filhos", isso é um sacrilégio, invocando o nome Santo do Senhor para justificar para si mesma e para os outros essa barbaridade, em nome de uma suposta consciência. Olha, não sou casada, sou solteira ainda (infelizmente sem perspectivas de casamento), mas Deus me livre é de pensar assim!

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  4. Eu ouço constantemente pessoas que tem filhos fazendo comentários que me entristecem muito, falando sempre do trabalho que o filho dá, que quando chega em casa tudo o que mais quer é que o filho já esteja dormindo (????), fazendo comentários jocosos com quem está grávida.
    Percebo com imensa tristeza que as pessoas se incomodam muito de ficar com os filhos algumas horas, tudo cansa, tudo é enfadonho.
    Uma conhecida falou em alto e bom som dia desses DEUS ME LIVRE TER OUTRO, NÃO SOU DOIDA NÃO!!!
    Eu fico calada e triste quando ouço essas coisas sabe? E o que mais me chocou foi uma mãe que falou a respeito de um casal jovem que não tem filhos e não pretende ter: Eles estão certos, se eu tivesse quando mais jovem a cabeça que tenho hoje nunca teria tido filhos.
    E os homens estão completamente contaminados por esta mentalidade também, uma amiga quer ter filhos (ao menos um) e o marido sempre fala que ainda não é hora (ano após ano) e fala que ela nem pense em “aprontar” essa com ele.
    É uma lástima.

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  5. Sou casada, tenho um filho de 6 anos. Digo com toda convecção dos meus sentimentos, sem medo de errar, Eu Não Quero Mais Filhos...
    As pessoas fantasia muito, por favor ponhamos os pés no chão, não há desafio maior no mundo do que o de criar um filho,é trabalhoso sim, desgasta sim,faz com que fiquemos em último plano sim. Isso não significa em nada que eu não o ame, Amo mais que tudo.
    Mas começar tudo novamente, no que depender de mim nunca mais.
    Ainda mais da forma desleixada como o mundo caminha,passo p meu filho tudo de bom, de prudente, de correto, tento educa- lo com base cristã, ensinando a ter caráter e obedecer sempre a nós e principalmente sempre querer o que Deus tem p vida dele.
    Boa sorte p quem quer 2, 3 ou mais, isso não a tornará melhor mulher, o mãe de quem não quer mais de 1 filho.
    Não querer ter outro filho, ou optar em não ser mãe, não desmerece nem diminui ninguém que tenha essa opinião.

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    1. Olá Juliana Salve Maria.

      A Igreja Católica considera a procriação como FIM PRINCIPAL do casamento!Tanto é que se o casal casa na Igreja Católica e nao quer ter filhos, a Igreja considera que o sacramento NUNCA ocorreu, porque? Porque o fim PRINCIPAL do casamento é justamente a procriação. Portanto, todo ato de não querer ter filhos e evitá-los fere o primeiro fim do casamento, e portanto constitui-se pecado mortal!

      Primeiro, pela razão já explicada, segundo, porque a pessoa visa somente o PRAZER excluindo as consequências. Deus quis que através da relação sexual o casal tivesse filhos! E separar o fim último é pecado mortal. Sou eu quem digo?? Não. É a Igreja Católica!

      Assim diz o livro do Pe. Júlio Maria [1] datado de 1940:

      "Ninguém é obrigado a casar-se; mas casando-se, tem a obrigação de cumprir os deveres do casamento. O casamento tem por fim a creação* e educação dos filhos. Querer o prazer sem encargos: é um sacrilégio e abuso do sacramento do matrimônio".

      "Quando morre uma destas mães desnaturadas, que durante a vida limitou, ella* mesma, o número de filhos que queria ter, e revoltando-se contra a lei de Deus, que marcou este número, no livro da vida, parece-me ouvir um como longínquo gemido, choroso, soluçante: Mamãe, Mamãe! São os filhos não existentes, que deviam ter existido, no plano divino, que eram destinados a esta mãe, desde toda eternidade, mas que seu brutal egoísmo, sem discussão, havia varrido do caminho da existência."

      Portanto fica claro, que a partir do momento que o casal está unido pelo sacramento do matrimônio é obrigado a aceitar quantos filhos Deus quiser enviar, e não limitar este número por motivos egoístas, como a maioria dos casais que se dizem católicos hoje fazem.

      É simplesmente triste e lamentável ver este quadro na nossa sociedade, onde a maioria se diz católica, mas não praticam o catolicismo, ou simplesmente fazem de conta que não conhecem a moral católica.

      Todos os métodos contraceptivos são considerados pecados mortais pela Igreja (camisinha, DIU, contraceptivos orais, etc). E até mesmo os métodos naturais se utilizados com o pensamento de contracepção (para evitar filhos) sem um motivo justo para tal.

      A Igreja Católica só permite a contracepção (natural – billings, tabelinha), quando há realmente um motivo justo. Como por exemplo caso de miséria extrema (passar fome, necessidades financeiras graves), ou quando a mãe corre risco de vida com uma possível gravidez. É o que diz a Encíclica Humanae Vitae [3] do Papa Paulo VI, acompanhe:

      “É ainda de recear que o homem, habituando-se ao uso das práticas anticoncepcionais, acabe por perder o respeito pela mulher e, sem se preocupar mais com o equilíbrio físico e psicológico dela, chegue a considerá-la como simples instrumento de prazer egoísta e não mais como a sua companheira, respeitada e amada”.

      E ainda: “Em relação às condições físicas, econômicas, psicológicas e sociais, a paternidade responsável exerce-se tanto com a deliberação ponderada e generosa de fazer crescer uma família numerosa, como com a decisão, tomada por motivos GRAVES e com respeito pela lei moral, de evitar temporariamente, ou mesmo por tempo indeterminado, um novo nascimento”.

      E também outro trecho:

      (...)

      Excluir
    2. “É verdade que em ambos os casos os cônjuges estão de acordo na vontade positiva de evitar a prole, por razões plausíveis, procurando ter a segurança de que ela não virá; mas, é verdade também que, somente no primeiro caso eles sabem renunciar ao uso do matrimônio nos períodos fecundos, quando, por motivos JUSTOS, a procriação não é desejável, dele usando depois nos períodos agenésicos, como manifestação de afeto e como salvaguarda da fidelidade mútua”.

      Fiz questão de grifar as palavras: “motivos graves e motivos justos”. Ou seja, é pelos casos que citei acima, que são graves, e não por qualquer motivo que o casal pode evitar os filhos. É preciso ainda consultar um bom sacerdote indicando a causa e sendo obediente a ele nesta questão. Ele saberá informar se em determinadas circunstancias a mulher pode ou não evitar ter filhos, com métodos naturais obviamente, o que ficou claro nos trechos da encíclica do Papa Paulo VI citada acima.

      Também, outro papa que se opôs contra a contracepção natural, sem motivos, é o Venerável Pio XII:

      "Se essas graves razões (para utilizar os métodos naturais) não estão presentes, a vontade de evitar habitualmente a fecundidade da união, mas continuando a satisfazer plenamente a sensualidade, só pode derivar de uma falsa apreciação da vida e de motivos alheios às retas normas éticas".[4]

      Portanto se você evita filhos no casamento, sem uma razão JUSTA (passar fome, perigo de morte da mãe, etc) está cometendo PECADO MORTAL.

      Deixo um artigo abaixo do PADRE DANIEL PINHEIRO, o qual ele explica perfeitamente porque é pecado evitar filhos:

      http://floresdamodestia.blogspot.com.br/2014/03/contracepcao-e-aborto-um-pecado-que.html

      Lembrando que, se você simplesmente for contra o que a Igreja Católica ensina insistindo no erro, seu comentário abaixo não será mais aceito! Espero que tenha ajudado.

      Salve Maria Puríssima.

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  6. Minha cara. Eu não sou religiosa, mas pense bem:
    Hoje os filhos são criados por terceiros: avós, escolas e babás.
    Conheço pouquíssimas mães que criam seus filhos como deveriam- com um adulto em tempo integral. Vejo isso observando apenas a realidade de amigas e conhecidas. Nenhuma delas abre mão da carreira em prol dos filhos.
    Nem estou me referindo aos católicos e os dogmas e regras da Igreja e nem sequer tenho qualquer direto de contestar a doutrina. Mas vendo o mundo de hoje com jornadas de trabalho intermináveis, essas crianças estão sendo negligenciadas de qualquer forma.
    O resultado tenebroso- crianças mal educadas, sem limites e sem o mínimo de educação. São os cidadãos do futuro.
    Eu acho que se um casal considera um grande sacrifício abrir mão de sua vida em prol de outrem, que não os tenha. Estão fazendo um favor à humanidade.
    São menos crianças problemáticas, famílias desestruturadas.
    Se você cria seus filhos da forma que deve, parabéns. Você é a minoria...!!

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